Processo «Apito Dourado»

Afinal não houve qualquer «Apito Dourado», apenas um assobio de madeira que na infância de outros tempos se compravam nas feiras e mercados.

Já ninguém se lembra quem foram os investigadores, o que lhes aconteceu, quem era o Director da PJ e a ministra da Justiça.

Comentários

Anónimo disse…
pois pois... e quem é o actual ministro???? porque está tão calado e nada faz???
A questão está aqui e não no facto de quem era a ministra da altura, pois a verdade é que foi no tempo dela que as coisas se descobriram e agora já está tudo bem... é o PS, o famoso Nacional Porreirinho! Avante camarada...
Razão tem o esperança em dizer que é um ignorante nas lides futebolisticas... perdeu uma oportunidade de estar calado...
Carlos Esperança disse…
E o anónimo perdeu uma oportunidade de se identificar.

Responder-lhe-ia para onde foram os investigadores transferidos.

A ministra em causa, tal como o actual, nada podem nem devem fazer mas são responsáveis pelo Director da PJ que nomeiam.
Carlos Esperança disse…
(...)
Não interessa que questões formais impeçam um meritíssimo juiz de traduzir em penas a moldura penal que corresponde aos crimes.

Há apenas algumas reflexões que urge fazer:

1 – Como pode um partido político deixar um cidadão, demitido da função pública, por roubo, chegar a conselheiro nacional, ser íntimo do primeiro-ministro, ocupar cargos de grande relevo e indigitar para o Governo e outros altos cargos os seus colaboradores.

2 – Como é que foram afastados do processo dois polícias impolutos, Teófilo Santiago (único crachá de ouro da PJ) e Massano de Carvalho, logo acusados de deslealdade pelo director Ataíde das Neves, que a ministra Cardona e Adelino Salvado oportunamente colocaram no Porto.

3 – Como é que a PJ, uma polícia de raro prestígio e eficiência, foi politizada por um Governo sem escrúpulos, competência ou ética.

O resto é a vergonha dos nomes envolvidos, a tristeza de ver chamuscados com o labéu da infâmia altos quadros de um país e atingido o próprio primeiro-ministro de então.

(Já publicado no Ponte Europa)
Anónimo disse…
Prendam estes tipos do dirigismo futeboleiro. Mas prendam-nos em Guantanamo para nos libertarem dos directos das Tvs feitos à porta da prisão. Em Guantanamo nenhuma das televisões nacionais tem entrada.
Anónimo disse…
Caro leitor das Sex Set 08, 12:14:17 AM :
Temos todos o hábito de jogar pedras sobre os políticos. Em 80% dos casos com razão, mas muitas vezes as generalizações acabam por apanhar gente competente, capaz e impoluta que faz política apenas porque gosta.
Esquecemo-nos vezes e vezes sem conta é que tal como em todas as actividades público-profissionais, na magistratura também há corrupção e incompet~encia. Sou advogado e julgo que não sou mau, pelo menos o número e o tipo de clientes que tenho falam por si.
Vi e vejo todos os dias nas sentenças coisas inexplicáveis, incompreensiveis.
Já alguém parou para pensar que há uma fase crucial no inquérito e na instrução criminal que passa apenas pelas mãos dos senhores procuradores e juizes?
Por exemplo: porque razão os senhores procuradores têm tanto receio em autorizar escutas telefónicas a dirigentes políticos locais em momentos chave, como na altura das campanhas eleitorais?
Anónimo disse…
sabiam que isso aconteceu já em relação a políticos de coimbra sob investigação de práticas criminosas da pior espécie e não foram autorizadas escutas na altura das autárquicas para o serem 1 mês depois.
PERGUNTO: Expliquem-me o sentido deste ordem por favor.
Anónimo disse…
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Carlos Esperança disse…
Anónimo Sáb Set 09, 12:53:29 AM

Este comentário, apagado, já está repetido noutro post.
Anónimo disse…
E depois Sr. Esperança. Posso repetir a minha ideia se ela for ajusta a comentários anteriores. Foi o caso. Faça o favor de publicar de novo ou vou concluir qe tem medo que as denuncias atinjam os seus amigos e camaradas pulhas
Carlos Esperança disse…
Sr. Anónimo:

Ou se identifica ou sou obrigado a concluir que é um caluniador medroso e provocador.

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