Dias 3 e 4: Papa volta a Roma

A ICAR não conseguiu um mártir.
Felizmente!
A Turquia revelou-se um Estado responsável. Onde a segurança pública e a diplomacia estiveram nos patamares mais elevados.
Bento XVI chega a Roma mais humano do que saiu e, por isso mesmo, mais forte.

Comentários

Anónimo disse…
A circunstância desta peregrinação
à Turquia ter decorrido sem incidentes de maior é importante para o Mundo. Todavia, a minha interpretação é substancialmente diferente da expressa no post.
Na verdade, o sucesso desta viagem deve-se - interessa repeti-lo - a Ataturk. Temos de reconhecer que o Papa não tem condições, nem sequer oportunidade, para visitar qualquer país governado por um regime (sistema) islâmico. Nunca teve esse ensejo e, depois de Ratisbona, não será tão cedo que o disfrutará.
Pode visitar a Turquia porque, apesar de ser um País maioritariamente (esmagadoramente) islâmico, é uma república laica. Deve-o a Ataturk.
Este o grande paradigma nas disputas que, inevitavelmente, se seguirão na "caça aos louros" incidindo sobre esta viagem papal.
Para mim, sem hesitação, os louros vão para os méritos da laicidade.

Logo, se algo saíu reforçado - esperemos que sim - foi o Estado laico. O que não será do total agrado de Bento XVI, chefe de um mini-Estado confessional.
andrepereira disse…
Concordo. Por isso, no dia 1 ele (o Papa) e Erdogan foram prestar vassalagem espiritual a Atatürk, como o Ponte Europa oportunamente registou.
Anónimo disse…
Deixem-no estar aí sossegado.

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